Krzysztof Penderecki

Um compositor americano (por mais que eu tente, a minha já provecta idade não me deixa lembrar o nome dele :-)) me disse certo dia: “esteja o mais auditivamente receptivo possível na primeira vez que escutar uma música. Esta será uma oportunidade única”. Parei pra pensar no que ele efetivamente queria me dizer e lembrei-me da primeira vez que ouvi três músicas…

A aldeia haoussa ou feliz natal e próspero ano novo!

Deparei-me com uma certa foto em outubro de 2004, no Rossio, Lisboa. Era uma das várias fotos enormes (formato 1,80m x 1,20m) de uma exposição chamada A Terra Vista do Céu, do fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand. Este sujeito passou anos a bordo de um helicóptero fotografando o mundo inteiro. Detalhes em [ http://www.yannarthusbertrand.com/ ]. As imagens extasiantes vinham combinadas com frases de cunho ecológico, social e político, que nos deixaram (estávamos por lá eu e meu mestre Manuel Veiga) boquiabertos, não por serem novidades mas exatamente por não serem…

Arcervo on-line do Instituto Moreira Salles

Não sou acionista (quanta pretensão :-)) nem tenho conta no Unibanco, empresa que mantem o Instituto Moreira Salles (IMS), responsável pelo acervo on-line. Meu parco dinheirinho só demanda uma conta no Banco do Brasil. Poucas vezes, porém, encontrei um sítio pela internet que fosse tão útil para as minhas pesquisas. Considero a parte de música brasileira do acervo on-line do IMS, um verdadeiro oásis para o pesquisador de MPB. Oferece acesso gratuito a milhares de gravações de discos antigos, que cobrem o período do surgimento da indústria fonográfica no país, em 1902, até 1964. Este acervo provem, principalmente, das coleções…

Seikilos já sabia das coisas…

A relação texto-música é algo que, de uma forma ou de outra, sempre me acompanhou desde quando nem me dava conta que a música seria o fio condutor de minha vida. Houve época em que eu era (e ainda sou) fã de gente como Chico Buarque de Holanda e Renato Russo e não dava a mínima pro texto de suas canções (já me redimi, felizmente). Tirando o óbvio lado negativo e alienado que essa minha condição tinha, ela também me protegeu de ter de assimilar coisas como “japonês em braile” e “baby é magrelinha”…